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Relembrando Bob Andy: Cinco lições da vida da lenda do reggae

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Já passaram três anos desde a morte da lenda Bob Andy, mas o seu impacto na música reggae perdura até hoje.

Vamos relembrar o artista e conhecer cinco lições que a sua vida nos ensinou.

1. Aproveita a vida

Circa 1978. Andy estava prestes a entrar no palco do Reggae Sunsplash no Jarrett Park, St. James, e Fraser estava com ele. Amante de diferentes géneros de música, Andy decide mudar o set e começar o concerto com “The Long and Winding Road”, dos The Beatles.

Ninguém aplaudiu e toda a audiência ficou sem perceber a escolha. “He said, ‘Look here, I always wanted to sing that song on a show and I just did and I am filled. I did not pay any money to get in here. Actually, you are going to pay me to sing’. He said, ‘If you don’t want to enjoy yourself and enjoy good music, then you have a problem.’”, relembra Fraser.

“You see when him seh that, the whole place just buss out and from that, when him start do the roots-reggae songs, the man just control the place. The man was fantastic. The whole a we seh, ‘Imagine Bob just cuss off the crowd and win dem over?!? That’s what happened and it’s only a man like Bob Andy I think would try that.”

2. Nunca desistas, apesar dos obstáculos da vida

A sua vida antes da fama não é muito conhecida. Mas Andy viveu uma infância difícil, incluindo ter sido sem-abrigo. O artista revelou este seu lado a Miller.

“He shared a lot of his life with me, from what he calls being abandoned, growing up with a grandparent, them sending him to country to live, him coming back to town, living at Maxfield Park’s Children Home, being homeless and living up at Wareika Hill with Count Ossie and that set of brethren up there, to what he called being a delivery boy at Coxsone Dodd’s studio delivering records, fooling around with the piano and picking out notes to become who he became”, contou Miller.

“It’s a wonderful story of how one can, with ambition and perseverance, transform unfortunate circumstances into becoming one whose whole life can be inspiring to others going through similar circumstances.”

3. Sê afável e humilde

Talvez por esta infância que o obrigou a deslocar-se diversas vezes, Andy sempre se deu bem com todas as pessoas. Miller recordou que faziam parte de um grupo que discutia música, política e cultura.

“He was someone whose worldview borders on being an academic, yet Bob was the type of person who could communicate with any level of Jamaican. He was never too famous or too big to just be the brethren which is what he was.”

4. Liberta-te dos maus hábitos

Andy lidou com abuso de substâncias, como tantos artistas daquela época. “He never invited me to join. I think we had a level of respect for each other that we could be together and not pressure each other in terms of our social habits. We just, as big men, allowed adults to do what adults choose to do”, relembra Miller.

“Obviously, I say to him, ‘Brethren, weh you a deal with?’, but when you’re that deeply involved with a substance, it’s easy to say, ‘Yes, mi have it under control’, or get defensive and angry about it. For Bob, it was like, ‘me good’, so I leave him alone as a big man.”

5. Usa o teu dom para ajudar os outros

Como compositor, Andy trabalhou com artistas como Gregory Isaacs, Ken Boothe e Delroy Wilson. Trabalhou também em diversas editoras e foi produtor de artistas como Nadine Sutherland, Ernest Wilson e Tyrone Taylor.

Foi também dos primeiros artistas jamaicanos a criar uma empresa de publishing, a Andisongs, e trabalhava para uma organização caribenha de copyright. Em 2006 recebeu a Order of Distinction da Jamaica.

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